As ações da Petrobras (PETR4) demonstraram uma performance robusta no início da semana, dando continuidade a uma trajetória de valorização que já se estende desde o período anterior. Apenas em janeiro, os papéis acumulam uma alta expressiva de 8,47%, um movimento que fortalece a perspectiva de uma tendência de ascensão sustentada no médio prazo.
O notável avanço não se deve apenas à sua intensidade, mas também à forma como o preço tem superado importantes patamares técnicos. Essa movimentação sugere um domínio contínuo dos investidores compradores, mantendo a PETR4 em destaque entre os ativos de maior liquidez negociados na B3 neste começo de ano.
No gráfico semanal, a Petrobras protagonizou o rompimento de um padrão de triângulo ascendente, uma figura clássica na análise técnica que sinaliza a continuidade de uma tendência de alta. Este rompimento foi acompanhado pelo acionamento de um pivô de alta, evidenciado por barras de negociação significativas e fechamentos próximos às máximas, indicando um forte controle dos compradores.
O cenário técnico é corroborado pela inclinação positiva das médias móveis de 9 e 21 períodos. Alinhadas e em processo de afastamento, elas apontam para uma aceleração do fluxo comprador e um fortalecimento da tendência no médio prazo. Contudo, apesar dos sinais técnicos positivos, a proximidade do topo histórico exige atenção redobrada às próximas zonas de resistência.
Com o recente impulso, a PETR4 se aproxima de níveis de resistência cruciais. A primeira barreira significativa se encontra em R$33,67. Superada essa marca, o mercado volta suas atenções para o topo histórico, localizado em R$35,04, um ponto onde se espera um aumento na realização de lucros e uma disputa mais acirrada entre compradores e vendedores.
Um rompimento consistente e com fechamento acima dessas zonas de resistência pode projetar o ativo para alvos mais ambiciosos. Utilizando a projeção de Fibonacci, os próximos alvos técnicos potenciais situam-se em R$36,52 e, em um cenário otimista, em R$38,99.
Apesar do quadro favorável, correções são esperadas e saudáveis dentro de uma tendência de alta. Em caso de recuo, a região de R$31,87, que antes atuava como resistência e agora se transforma em suporte, será um ponto de atenção fundamental. A perda desse nível enfraqueceria o cenário de médio prazo, abrindo caminho para uma correção mais acentuada em direção ao suporte dos fundos anteriores, em R$29,53, patamar que poderia atrair novamente o interesse dos compradores.

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