Os futuros do minério de ferro apresentaram volatilidade nesta quinta-feira, refletindo a complexa interação entre o aumento das exportações de mineradoras australianas e as medidas de estímulo econômico implementadas pela China. Investidores monitoram atentamente esses fatores que moldam as expectativas do mercado.
Na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE), o contrato de maio do minério de ferro encerrou a sessão com uma leve desvalorização de 0,06%, cotado a 786,5 iuanes (aproximadamente US$ 112,97) por tonelada. Paralelamente, o contrato de referência de fevereiro negociado na Bolsa de Cingapura registrou uma alta de 0,2%, alcançando US$ 103,4 por tonelada.
A mineradora australiana Fortescue reportou um incremento de 2% em seus embarques de minério de ferro durante o segundo trimestre. Esse desempenho foi impulsionado pela robustez do projeto Iron Bridge e pelo aumento na produção de suas operações de hematita. A empresa confirmou suas projeções de embarque para o ano fiscal de 2025/26, com exportações trimestrais de minério de ferro mantidas em 50,5 milhões de toneladas.
Um fluxo mais intenso de minério de ferro da Austrália para a China, principal destino do produto, tende a exercer pressão sobre os preços internos. No entanto, o cenário econômico chinês recebe um impulso com a emissão do primeiro lote de títulos especiais do Tesouro de prazo ultralongo, no valor de 93,6 bilhões de iuanes (cerca de US$ 13,44 bilhões). Segundo o planejador estatal, esses títulos visam apoiar a atualização de equipamentos e devem fortalecer o sentimento do mercado.

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