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Mercados Globais em Movimento: Futuros dos EUA Recuam, Ásia Sobe e Europa Divide Opiniões

Os mercados de futuros nos Estados Unidos operam em leve queda nesta sexta-feira, buscando uma pausa após duas sessões consecutivas de alta. A diminuição das tensões geopolíticas, especialmente após o presidente americano Donald Trump ter recuado em sua ameaça de impor tarifas a países europeus em relação à questão da Groenlândia, tem sido um fator de alívio para os investidores. No entanto, a atenção do mercado se volta agora para a divulgação do índice de Gerente de Compras (PMI) dos EUA, um indicador crucial para avaliar a saúde da maior economia do mundo. Adicionalmente, as movimentações na liderança do Federal Reserve (Fed) continuam no radar, com o presidente Trump indicando que em breve anunciará um substituto para Jerome Powell.

No cenário corporativo americano, as ações da Intel sofreram uma queda expressiva de 12% após a divulgação de projeções decepcionantes para o primeiro trimestre, impactando o desempenho do setor de tecnologia. Os principais índices futuros dos EUA refletem essa cautela: o Dow Jones Futuro registra -0,06%, o S&P 500 Futuro -0,06%, e o Nasdaq Futuro -0,19%.

Na Ásia-Pacífico, os mercados fecharam majoritariamente em território positivo, impulsionados pelo otimismo em Wall Street e pela decisão do Banco do Japão de manter as taxas de juros inalteradas em 0,75%. A decisão do Banco Central japonês ocorre em um momento crucial, com o país se preparando para eleições antecipadas em 8 de fevereiro, onde a primeira-ministra Sanae Takaichi, conhecida por suas políticas monetárias expansionistas, enfrentará os eleitores. Os principais índices da região apresentaram os seguintes desempenhos: Shanghai SE (China) +0,33%, Nikkei (Japão) +0,29%, Hang Seng Index (Hong Kong) +0,45%, Nifty 50 (Índia) -0,94%, e ASX 200 (Austrália) +0,13%.

Os mercados europeus, por sua vez, exibem um comportamento misto. Os investidores processam os eventos em Davos, incluindo o discurso do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que criticou a Europa por sua aparente inércia e pediu um apoio mais robusto dos EUA. O índice STOXX 600 opera em -0,07%, o DAX (Alemanha) com +0,01%, o FTSE 100 (Reino Unido) em +0,28%, o CAC 40 (França) com -0,08%, e o FTSE MIB (Itália) em -0,52%.

No mercado de commodities, os preços do petróleo WTI e Brent registram alta, impulsionados pela fraqueza do dólar e um maior apetite por risco, que conseguem sobrepor as preocupações com um possível excesso de oferta. O minério de ferro negociado na China também encerrou em alta, interrompendo uma sequência de seis dias de quedas, com a diminuição dos custos de produção para as siderúrgicas. O petróleo WTI valorizou +0,94% para US$ 59,92 o barril, e o Brent subiu +0,91% para US$ 64,64 o barril. O minério de ferro na bolsa de Dalian avançou +1,21%, alcançando 795 iuanes (US$ 114,00).

O Bitcoin (BTC) opera em leve queda de -0,26%, cotado a US$ 89.250,00, considerando a variação nas últimas 24 horas.

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