AIEC11 Aumenta Ocupação e Receita com Novo Contrato em Empreendimento de Luxo em São Paulo
O fundo imobiliário Arch Edifícios Corporativos (AIEC11) deu um passo importante para melhorar seus indicadores. Foi anunciado um novo contrato de locação no conceituado empreendimento Rochaverá Corporate Towers, localizado na capital paulista.
Esta nova negociação visa reduzir a vacância, um dos pontos de atenção para investidores de fundos de tijolo. A expectativa é de um impacto positivo direto na receita distribuída aos cotistas.
A notícia traz detalhes sobre a área locada, o prazo do contrato e a receita estimada por cota, oferecendo transparência aos quase 13,6 mil cotistas do fundo. Acompanhe os desdobramentos dessa operação.
Detalhes da Nova Locação e Impacto na Ocupação
Conforme divulgado pelo próprio fundo, o novo acordo abrange a locação de 3.804 metros quadrados (m²), ocupando integralmente o 6º e o 7º andares da Torre D do Rochaverá Corporate Towers. O contrato tem validade de 60 meses e conta com a segurança de uma fiança bancária.
Com essa nova ocupação, a taxa de ocupação do empreendimento sobe de 59% para 62%, um avanço significativo na redução da vacância do ativo. Este indicador é crucial para avaliar a saúde financeira e o desempenho de fundos imobiliários de lajes corporativas.
Receita Estimada por Cota e Considerações Importantes
O AIEC11 estima que a nova locação gerará uma receita mensal de aproximadamente R$ 0,102 por cota. Este valor é calculado após a consideração de um período de carência e eventuais descontos acordados na negociação.
É fundamental ressaltar, contudo, que o fundo esclarece que esses valores não representam garantia de rentabilidade futura. Além disso, pode haver a retenção de até 5% dos lucros apurados no semestre, conforme permitido pela regulamentação vigente, um ponto de atenção para os investidores.
Sobre o Fundo AIEC11 e seu Portfólio
O Arch Edifícios Corporativos (AIEC11) tem como foco a geração de renda através de lajes corporativas. Atualmente, o fundo detém dois empreendimentos comerciais de relevância, localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro, totalizando 22.989 m² de área bruta locável (ABL).
Um dos ativos que compõem o portfólio é justamente o Rochaverá Corporate Towers, onde ocorreu a nova locação. No início de janeiro, o fundo informou que a reavaliação anual de seus imóveis resultou em um impacto negativo de aproximadamente R$ 16,8 milhões em seu patrimônio líquido, representando uma queda de 4,4% no valor contábil dos ativos.
Reavaliação Anual de Imóveis: Um Processo Padrão
A reavaliação anual de imóveis é uma prática comum no mercado de fundos imobiliários. Seu objetivo é atualizar o valor dos ativos de acordo com as condições atuais do mercado, garantindo maior transparência e refletindo o valor real do patrimônio para os investidores.
Este processo, embora possa gerar flutuações pontuais no patrimônio líquido, é essencial para manter a precisão das informações financeiras do fundo e assegurar que os cotistas tenham uma visão clara do valor investido.

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