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Ibovespa em Alerta: Payroll Americano Adiado e Dados Industriais Brasileiros Ditando o Ritmo do Mercado

Ibovespa Sob Pressão: Payroll Americano e Indicadores Industriais Moldam o Cenário Financeiro

O Ibovespa (IBOV) opera sob forte influência de eventos macroeconômicos globais e domésticos. A divulgação adiada do Payroll dos Estados Unidos, um termômetro crucial do mercado de trabalho americano, adiciona uma camada de incerteza, enquanto o Índice de Preços ao Produtor (IPP) no Brasil lança luz sobre as pressões inflacionárias na cadeia produtiva.

No cenário internacional, a ausência do Payroll na semana passada, devido ao shutdown parcial do governo americano, mantém os investidores em compasso de espera. A saúde do mercado de trabalho dos EUA é um dos principais indicadores observados para futuras decisões de política monetária. Paralelamente, um feriado no Japão contribui para a redução da liquidez nos mercados asiáticos.

Em meio a este quadro, a bolsa brasileira busca direcionamento, ponderando os riscos e oportunidades apresentados pelos dados econômicos. Acompanhe os desdobramentos que impactam diretamente o desempenho do Ibovespa e as principais notícias do mercado financeiro.

Bolsas Asiáticas Fecham em Alta, Contudo Wall Street Apresenta Movimento Misto

As bolsas asiáticas demonstraram resiliência nesta quarta-feira (11), estendendo os ganhos recentes. O índice Taiex, em Taiwan, liderou o movimento com uma alta expressiva de 1,61%, fechando a 33.605,71 pontos. Outros mercados da região também registraram resultados positivos, com o sul-coreano Kospi avançando 1% em Seul, a 5.354,49 pontos, e o Hang Seng em Hong Kong apresentando um ganho de 0,31%, a 27.266,38 pontos. Essa performance positiva na Ásia contrasta com o comportamento misto de Wall Street no dia anterior, após a divulgação de dados de varejo desanimadores nos Estados Unidos.

Agibank Levanta US$ 276 Milhões em IPO nos EUA em Meio a Desconfiança do Mercado

O Agibank concluiu com sucesso seu segundo IPO (oferta pública de ações) nos Estados Unidos, levantando um montante de US$ 276 milhões, já considerando a venda do lote suplementar, conforme apuração do jornal Valor Econômico. A estreia oficial das ações está prevista para esta quarta-feira (11). A companhia optou por reduzir em 50% o número de ações a serem vendidas e manteve a oferta integralmente primária. Essa decisão ocorre em um período de cautela do mercado com empresas de tecnologia, o que naturalmente afeta o setor de fintechs. Fundos como Vinci Compass e Lumina permanecem como acionistas do banco.

TIM (TIMS3) Anuncia Crescimento de 27,9% no Lucro Líquido Normalizado no 4º Trimestre

A TIM (TIMS3) divulgou resultados robustos para o quarto trimestre de 2025, com um crescimento de 27,9% em seu lucro líquido normalizado em comparação com o mesmo período de 2024, atingindo R$ 1,349 bilhão. Esse avanço é atribuído principalmente à expansão do negócio de internet móvel, impulsionado pelo segmento pós-pago, e a uma gestão eficiente de custos operacionais, que resultou em uma melhora na margem de lucro. A companhia também reportou uma redução nas despesas financeiras, contribuindo para o desempenho líquido positivo.

Indústria Química e Petroquímica Ganham Novo Regime Tributário em 2026

Um projeto de lei complementar aprovado pela Câmara dos Deputados na terça-feira (10) estabelece um regime tributário de transição para a indústria química e petroquímica a partir de 2026. O incentivo fiscal previsto para este ano foi triplicado, saltando de R$ 1,1 bilhão para R$ 3,1 bilhões. A proposta, que agora segue para o Senado, visa regulamentar alíquotas temporárias de PIS/Pasep e Cofins para o Regime Especial da Indústria Química (Reiq), com validade até a implementação do Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química (Presiq) em 2027. A aprovação contou com 317 votos favoráveis contra 61 contrários.

Banco BV Registra Queda de 14,2% no Lucro Recorrente do 4º Trimestre

O banco BV reportou um lucro líquido recorrente de R$ 465 milhões no quarto trimestre do ano passado, o que representa uma queda de 14,2% em relação ao mesmo período de 2024. O resultado foi impactado pelo declínio na margem financeira e pelo aumento no custo do crédito na comparação anual. As receitas totais do banco diminuíram 2,4%, totalizando R$ 3,1 bilhões, com uma retração de 8,5% na margem financeira bruta. Em contrapartida, a receita de serviços e corretagem apresentou um crescimento de 19,7%.

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