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Dólar despenca frente ao Real após reviravolta na Suprema Corte dos EUA; entenda o impacto

Dólar em queda livre: Suprema Corte dos EUA derruba tarifas de Trump e impulsiona o real brasileiro

O dólar americano registrou uma queda significativa frente ao real nesta sexta-feira, refletindo um movimento de enfraquecimento da moeda norte-americana em escala global. A reviravolta ocorreu após a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitar as tarifas comerciais impostas pelo ex-presidente Donald Trump.

A decisão judicial impactou diretamente os mercados financeiros, com o dólar à vista cedendo 0,57% e alcançando R$5,1982 às 12h33. Na B3, o contrato de dólar futuro para março, um dos mais negociados, também sentiu o golpe, caindo 0,32% e cotado a R$5,2075.

Esse recuo do dólar no Brasil está em linha com a tendência observada em outras praças, onde a moeda americana perdeu força diante de diversas divisas. A notícia foi divulgada pelo portal G1, que detalhou os desdobramentos dessa importante decisão.

Entenda a decisão da Suprema Corte dos EUA

A Suprema Corte dos EUA decidiu que a interpretação da administração Trump sobre a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) era inconstitucional. O tribunal argumentou que a lei, destinada a emergências nacionais, não concedia ao presidente o poder de impor tarifas comerciais unilateralmente, pois isso interferiria nas atribuições do Congresso.

A doutrina das “questões principais” foi um dos pilares da decisão. Essa doutrina jurídica estabelece que ações do Poder Executivo com vasta importância econômica e política precisam de autorização explícita do Congresso para serem válidas. A corte entendeu que as tarifas de Trump não se enquadravam nessa permissão.

Em resposta à decisão, o índice do dólar, que mede seu desempenho contra seis moedas fortes, caiu 0,26%, atingindo 97,631. Esse movimento global de aversão ao dólar beneficiou diretamente o real brasileiro.

Impacto nos mercados brasileiros: Dólar em mínima e Ibovespa em alta

No Brasil, o impacto foi imediato. O dólar à vista atingiu sua cotação mínima do dia, R$5,1827, com uma queda de 0,87%, logo após o anúncio da decisão da Suprema Corte. Este movimento ocorreu em paralelo com a recuperação do Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira.

O Ibovespa, que operava em perdas no início da tarde, praticamente zerou seus resultados negativos, impulsionado pela melhora no cenário externo e pela valorização do real. A queda do dólar é vista como um fator positivo para a economia brasileira, especialmente para empresas com dívidas em moeda estrangeira e para o controle da inflação.

O que esperar para o futuro do dólar?

Analistas de mercado observam que a decisão da Suprema Corte dos EUA pode trazer mais estabilidade às relações comerciais internacionais e reduzir a incerteza que pairava sobre as políticas tarifárias americanas. A tendência de enfraquecimento do dólar no curto prazo pode se manter, beneficiando moedas de emergentes como o real.

No entanto, fatores internos e externos, como a política monetária nos EUA, o cenário geopolítico e a situação econômica do Brasil, continuarão a influenciar a cotação do dólar. A decisão sobre tarifas, contudo, alivia um dos principais vetores de volatilidade recente.

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