Bolsa Família 2026: Liberação de Fevereiro Começa Hoje Para NIS Final 1
O Governo Federal dá início nesta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026, ao pagamento da parcela referente a este mês do Bolsa Família. O programa, que é a principal iniciativa de transferência de renda do país, segue um calendário organizado por meio do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.
Os depósitos são realizados nos últimos dez dias úteis de cada mês, sempre respeitando a ordem numérica final do NIS, do 1 ao 0. Essa organização visa garantir que todos os cidadãos elegíveis recebam o benefício de forma escalonada e organizada, facilitando o acesso e o planejamento financeiro das famílias.
Acompanhar as datas de pagamento é fundamental para que as famílias possam se planejar e garantir o recebimento do valor. Conforme divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o calendário de fevereiro já está definido e segue a lógica de pagamentos dos meses anteriores.
Calendário Completo do Bolsa Família em Fevereiro de 2026
Para o mês de fevereiro de 2026, os pagamentos do Bolsa Família começam hoje, dia 12, para os beneficiários com o NIS final 1. No dia seguinte, sexta-feira (13), o crédito será liberado para quem possui o NIS com final 2. Após um breve intervalo devido ao carnaval, os pagamentos serão retomados na quarta-feira, 18 de fevereiro, para o NIS final 3.
A liberação continua na quinta-feira (19) para o NIS final 4, e na sexta-feira (20) para o NIS final 5. A última semana de fevereiro trará os pagamentos para os demais grupos. Na segunda-feira, 23, recebem os com NIS final 6. Na terça (24), é a vez do NIS final 7, seguido pelo NIS final 8 na quarta-feira (25).
O pagamento para o NIS final 9 ocorrerá na quinta-feira (26), e para fechar o calendário de fevereiro, os beneficiários com NIS final 0 receberão seus valores na sexta-feira, dia 27. Essa distribuição planejada busca atender a todos os cidadãos elegíveis dentro do mês vigente.
Valores e Composição do Bolsa Família
O valor mínimo garantido pelo Bolsa Família é de R$ 600 por família. No entanto, este valor pode ser acrescido, dependendo da composição familiar. O programa prevê benefícios adicionais para famílias com crianças na primeira infância, crianças e adolescentes, gestantes e também para aquelas que incluem mães em período de amamentação.
Essa estrutura de valores adicionais visa oferecer um suporte mais robusto para as famílias com maiores necessidades, ampliando a proteção social e garantindo que o benefício atenda de forma mais eficaz às diversas realidades dos lares brasileiros. O valor total recebido, portanto, varia de acordo com o perfil de cada família.
Quem Tem Direito ao Bolsa Família?
Para ter direito ao Bolsa Família, o principal critério é a **renda mensal por pessoa da família**, que não deve ultrapassar R$ 218. O cálculo é simples: soma-se toda a renda da família e divide-se pelo número de pessoas que moram na mesma casa. Por exemplo, se um único membro da família ganha um salário mínimo (R$ 1.621) e a residência conta com oito moradores, a renda per capita seria de R$ 202,62, o que se enquadra nos limites do programa.
Além do critério de renda, é essencial que os beneficiários cumpram algumas **condicionalidades sociais**. Estas incluem a obrigatoriedade de manter crianças e adolescentes matriculados e frequentando a escola, a realização do acompanhamento pré-natal para gestantes e a atualização das carteiras de vacinação. Essas exigências visam garantir o acesso a serviços básicos de saúde e educação.
Como se Cadastrar para Receber o Benefício
O primeiro passo para ter acesso ao Bolsa Família é estar inscrito no **Cadastro Único (CadÚnico)** para Programas Sociais do Governo Federal. Esta base de dados reúne informações de famílias de baixa renda e é a porta de entrada para diversos auxílios sociais. O cadastro é totalmente gratuito.
Para realizar a inscrição, os interessados devem procurar os Centros de Referência da Assistência Social (Cras) localizados nas prefeituras de seus municípios. É importante ressaltar que estar no CadÚnico não garante a entrada automática no programa, mas é o requisito fundamental para que a família seja avaliada e, se aprovada, inclusa no Bolsa Família.

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