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Ibovespa fecha em novo recorde histórico antes de decisões de política monetária
O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 0,90%, aos 143.546,58 pontos, maior fechamento da história. Durante o pregão, o índice chegou a 144.193,58 pontos, superando a máxima da semana anterior. Para cobertura ao vivo e mais detalhes, veja: https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-hoje-bolsa-de-valores-ao-vivo-15092025/
Movimentos do dia e números principais
- Fechamento: 143.546,58 pontos (0,90%)
- Máxima intradiária: 144.193,58 pontos
- Dólar comercial: recuo de 0,61%, cotado a R$ 5,321 (menor nível desde 6 de junho de 2024)
- Juros futuros (DI): queda generalizada ao longo da curva
- Principais índices de Nova York fecharam em alta
Causa principal: cautela antes da “Super Quarta”
O mercado operou com cautela diante das decisões de política monetária esperadas para a próxima quarta‑feira: anúncios do Federal Reserve (Fed) e do Copom. A combinação de fatores internacionais e domésticos reduziu a disposição a assumir riscos até as comunicações oficiais. Cobertura e análises em tempo real disponíveis em https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-hoje-bolsa-de-valores-ao-vivo-15092025/
Agenda crítica da semana
- Decisão do Fed (quarta‑feira, 15h horário de Brasília)
- Decisão do Copom (após o fechamento do pregão)
- Divulgação das projeções macroeconômicas e da nova trajetória de juros pelo Fed
Cenário de juros: corte nos EUA quase certo; no Brasil, incertezas
O mercado já precifica um corte de 0,25 ponto percentual pelo Fed. Investidores aguardam as projeções atualizadas de PIB, inflação, desemprego e juros, que orientarão a expectativa sobre novos cortes.
No Brasil, a manutenção da Selic é a expectativa dominante. O desempenho fraco do IBC‑Br em julho e a queda das projeções de inflação reduziram a probabilidade de cortes rápidos. Analistas do BB Investimentos e economistas do C6 Bank destacam que a leitura das novas projeções será crucial para calibrar cenários domésticos.
Câmbio e juros futuros reagem à expectativa de afrouxamento nos EUA
A perspectiva de cortes nos EUA pressionou o dólar para baixo e fez recuar os juros futuros no Brasil, valorizando o real em ambiente de menor prêmio por risco externo. Especialistas, porém, alertam para possíveis oscilações caso ocorram tensões políticas entre governos.
Riscos externos: economia chinesa e pressões políticas
A atividade econômica da China recuou em agosto, lançando dúvidas sobre o ritmo de crescimento do país e pressionando ativos globais sensíveis ao comércio. Além disso, pressões políticas do governo dos EUA por cortes maiores no Fed aumentam a incerteza sobre o rumo e o ritmo da política monetária americana.
Para acompanhamento ao vivo e atualizações contínuas sobre o Ibovespa e o pregão, consulte: https://www.infomoney.com.br/mercados/ibovespa-hoje-bolsa-de-valores-ao-vivo-15092025/

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