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Ibovespa dispara com alívio externo e pesquisa eleitoral: Flávio Bolsonaro na frente de Lula em 2º turno e EUA negociam com Irã

Ibovespa avança impulsionado por cenário externo favorável e movimentações políticas internas.

O Ibovespa (IBOV) opera em alta nesta quarta-feira (25), refletindo o otimismo dos investidores estrangeiros. O principal índice da bolsa brasileira tenta firmar ganhos e se aproximar dos 183 mil pontos.

O cenário é impulsionado por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando progresso nas negociações de um cessar-fogo no Oriente Médio. Simultaneamente, o ambiente doméstico está em foco com uma nova pesquisa eleitoral.

A pesquisa aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma eventual simulação de segundo turno para a Presidência. Esses fatores combinados criam um ambiente dinâmico para os investimentos.

Conforme divulgado nesta manhã, o Ibovespa registrava alta de 0,99%, alcançando 184.319,89 pontos por volta das 10h10, no horário de Brasília. O dólar à vista, por sua vez, opera em queda frente ao real, acompanhando a tendência internacional.

Cenário eleitoral: Flávio Bolsonaro lidera em simulação de segundo turno contra Lula

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um possível segundo turno das eleições presidenciais de outubro. A informação é de acordo com a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada nesta manhã.

Em quatro simulações de primeiro turno apresentadas, Lula obteve 46% das intenções de voto em todas elas. Já Flávio Bolsonaro variou entre 36% e 42%. Nenhum outro candidato alcançou a marca de 10% nas mesmas simulações.

Na simulação de segundo turno entre os dois principais nomes, Flávio Bolsonaro surge com 47,6% das intenções de voto, enquanto Lula registra 46,6%. A diferença está dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 1 ponto percentual. A pesquisa ouviu 5.028 pessoas online entre os dias 18 e 23 de março.

Contas públicas: Governo revisa projeção de déficit para 2026

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva piorou a projeção de déficit para as contas federais em 2026. A revisão se deve a uma previsão de receitas menores e um aumento nos gastos.

O Ministério da Fazenda e o Ministério do Planejamento indicaram, em relatório bimestral, que o governo deve fechar o ano com um déficit primário de R$ 59,8 bilhões. Após abatimento de exceções, o saldo seria um superávit de R$ 3,5 bilhões.

A meta fiscal para 2026 é de um superávit de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a R$ 34,3 bilhões. O Orçamento em vigor prevê um resultado primário negativo de R$ 22,9 bilhões sem o abatimento das exceções.

Crédito para exportadoras: Governo libera R$ 15 bilhões em meio a tensões globais

O governo federal editou uma medida provisória (MP) que estabelece R$ 15 bilhões em linhas de crédito para empresas exportadoras, sob gestão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O Palácio do Planalto informou que a iniciativa visa mitigar os impactos de razões geopolíticas e de instabilidade internacional, citando a guerra entre Estados Unidos e Irã, além de medidas tarifárias dos EUA.

Os recursos serão disponibilizados pelo programa Brasil Soberano. A MP entra em vigor imediatamente, mas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

Negociações de cessar-fogo no Oriente Médio trazem otimismo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou ontem (24) que os EUA estão fazendo progressos em seus esforços para negociar o fim da guerra com o Irã. Ele afirmou que estão conversando com as “pessoas certas” para chegar a um acordo e que os iranianos demonstram grande interesse em um pacto.

Segundo o New York Times, Washington teria enviado ao Irã um plano de 15 pontos para encerrar o conflito. O Canal 12 de Israel, citando fontes, reportou que os EUA buscam um cessar-fogo de um mês para discutir este novo plano.

No entanto, o Irã negou conversas diretas sobre um cessar-fogo na última segunda-feira (23). Nesta quarta, as Forças Armadas iranianas rejeitaram a afirmação de Trump sobre negociações para o fim da guerra, questionando o nível de “luta interna” dos EUA.

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