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Kassab: Tarcísio de Freitas é ‘página virada’ para a Presidência em 2026, foca em reeleição e PSD busca nome próprio para 2030

Kassab descarta Tarcísio para 2026 e mira projeto do PSD para Presidência

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, declarou que a possibilidade do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), concorrer à Presidência em 2026 já é uma “página virada”. Tarcísio tem reiterado seu compromisso com a reeleição em São Paulo, e Kassab, que ocupa o cargo de Secretário de Governo e Relações Institucionais no estado, já não vê o governador paulista como um nome para a disputa presidencial em 2026.

Kassab, que anteriormente apoiava a candidatura de Tarcísio, agora foca em construir um projeto nacional para o PSD, com a definição de um candidato próprio à Presidência prevista para até 15 de abril. A decisão surge após Tarcísio de Freitas ter consistentemente negado a intenção de disputar o Planalto, preferindo focar em seu mandato em São Paulo.

A declaração foi feita em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, onde Kassab também abordou os movimentos do partido em relação às próximas eleições. O PSD busca consolidar uma candidatura de centro com chances de chegar ao segundo turno, dialogando tanto com a esquerda quanto com a direita, dependendo do cenário.

PSD busca candidato próprio e fortalece projeto nacional

O PSD está em busca de um nome para lançar à Presidência em 2026 e planeja tomar uma decisão até meados de abril. O partido conta com três potenciais pré-candidatos de peso em seus quadros: os governadores Ronaldo Caiado de Goiás, Ratinho Júnior do Paraná, e Eduardo Leite do Rio Grande do Sul. A filiação de Caiado ao PSD foi um movimento estratégico, segundo Kassab, alinhado com a decisão do partido de não seguir com Tarcísio para 2026.

Kassab vê um espaço crescente para uma candidatura de centro nas próximas eleições presidenciais. Pesquisas e o sentimento popular indicam um desejo por uma candidatura mais moderada, e o PSD pretende aglutinar forças para maximizar as chances de chegar ao segundo turno. A estratégia visa criar um polo político capaz de dialogar com diferentes espectros ideológicos.

Cenário político e o futuro do PSD

O presidente do PSD ressaltou a importância de uma candidatura de centro para o diálogo político no Brasil. Segundo ele, “uma candidatura de centro, quando chega no segundo turno contra a esquerda, é muito fácil o diálogo com a direita. Uma candidatura de centro, quando chega no segundo turno contra a direita, é muito fácil o diálogo com a esquerda”. Essa flexibilidade estratégica é vista como fundamental para o sucesso eleitoral do partido.

Apesar de descartar Tarcísio para 2026, Kassab reconhece que um “governador de São Paulo bem avaliado sempre é um presidenciável”. No entanto, o foco agora se volta para o projeto do PSD e para as eleições municipais e estaduais que ocorrerão em dois anos, além de já se pensar nas eleições presidenciais de 2030, que, segundo ele, “está muito longe, teremos novos governadores, novos prefeitos daqui a dois anos”.

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