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Prio (PRIO3) dá o pontapé inicial em Wahoo: abre primeiro poço produtor e mira expansão ousada na Bacia de Campos

Prio (PRIO3) inicia produção em Wahoo, um marco para a expansão na Bacia de Campos e aumento da capacidade produtiva.

A Prio (PRIO3) anunciou nesta quinta-feira (19) um importante avanço em suas operações: a abertura do primeiro poço produtor no Campo de Wahoo. Este movimento representa um passo significativo para a companhia no setor de óleo e gás, reforçando sua estratégia de crescimento e otimização de ativos na Bacia de Campos.

A expectativa agora se volta para a estabilização da produção e a conclusão dos procedimentos de medição fiscal. Somente após essas etapas, a Prio divulgará dados cruciais como a produtividade individual do poço e as previsões para a entrada em operação dos demais poços produtores planejados para o campo.

Este marco ocorre após a Prio ter obtido, em setembro do ano passado, a licença ambiental do Ibama para a interligação dos poços de Wahoo. A conexão será feita com o navio plataforma Frade, também operado pela empresa, fortalecendo a sinergia entre os campos. Conforme divulgado pela companhia, a licença abrange a interligação submarina (tieback) de até onze poços, sendo quatro produtores, dois injetores e cinco contingentes, ao FPSO Frade.

Wahoo e Frade: uma conexão estratégica para otimizar a produção

O Campo de Wahoo, localizado na Bacia de Campos, terá seus poços interligados ao FPSO Frade, que se encontra a aproximadamente 30 km de distância. Essa conexão submarina, conhecida como tieback, é uma estratégia eficiente para aproveitar a infraestrutura existente e maximizar a produção de forma econômica.

A Prio planeja interligar um total de onze poços. Desses, quatro são destinados à produção, dois à injeção e cinco são considerados contingentes, permitindo flexibilidade operacional. A conexão ao FPSO Frade visa otimizar o escoamento e o processamento do petróleo extraído.

Visão de crescimento e projeções otimistas do mercado

Quando a Prio obteve a licença ambiental para a interligação, o Itaú BBA classificou o evento como um marco extremamente positivo. O banco destacou o aumento na visibilidade do futuro crescimento da produção da petroleira, sinalizando confiança nas projeções da empresa.

O Itaú BBA projetava o início da produção de óleo do Campo de Wahoo para abril de 2026. A expectativa era de que os primeiros quatro poços, juntos, alcançassem uma produção de 40 mil barris por dia. O investimento total estimado para o projeto de Wahoo é de US$ 870 milhões, demonstrando a magnitude e a importância estratégica deste empreendimento para a Prio.

O futuro da produção da Prio com Wahoo

A abertura do primeiro poço produtor em Wahoo é um sinal claro do compromisso da Prio em expandir sua capacidade produtiva e consolidar sua posição no mercado de óleo e gás. A conexão com o campo de Frade e a estratégia de tieback são exemplos de como a empresa busca otimizar seus ativos.

Os próximos passos, incluindo a divulgação da produtividade e a entrada dos demais poços, serão acompanhados de perto pelo mercado. A expectativa é que Wahoo contribua significativamente para os resultados futuros da Prio, reforçando seu potencial de crescimento e geração de valor para os acionistas.

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