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Ibovespa Sobe com Olho em Trump e Tarifas nos EUA: 5 Fatos Cruciais para Investidores Hoje (24)

Ibovespa em Alta: Investidores Analisam Tarifas dos EUA e Cenário Global

O Ibovespa iniciou o pregão desta terça-feira, 24, com uma performance positiva, refletindo a recuperação das bolsas em Nova York e a atenção voltada para as novas tarifas impostas pelos Estados Unidos. A ação da Petrobras e os setores bancários despontam como importantes suportes para o índice.

Enquanto isso, as ações da Gerdau apresentaram queda após a divulgação de seus resultados trimestrais, adicionando volatilidade ao cenário. O dólar, por sua vez, opera em leve alta frente ao real, acompanhando a tendência de valorização da moeda americana no exterior.

Neste contexto, é fundamental que investidores estejam atentos aos principais fatores que moldam o mercado financeiro. Acompanhe os desdobramentos sobre as tarifas americanas, o discurso de Trump e os dados econômicos que podem influenciar suas decisões de investimento.

Tarifa de 10% dos EUA Impacta Importações a Partir de Hoje

A partir desta terça-feira, 24, os Estados Unidos começam a aplicar uma tarifa adicional de 10% sobre diversas importações, conforme anunciado pela Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP). Esta medida segue a linha de políticas comerciais adotadas pelo governo Trump, embora o percentual seja inferior aos 15% inicialmente mencionados.

A decisão surge como uma resposta a uma determinação da Suprema Corte americana que invalidou tarifas anteriores. A CBP informou que, com exceção dos produtos explicitamente isentos, as importações estarão sujeitas a essa nova taxa, gerando expectativas sobre seus efeitos no comércio internacional e na economia brasileira.

O “Furacão Trump”: Mercado Busca Estabilidade em Meio a Incertezas

O mercado financeiro global busca se estabilizar após dias de forte volatilidade, impulsionados pelas ações comerciais de Donald Trump. A incerteza em relação ao avanço da inteligência artificial e tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã, também contribuem para um ambiente de cautela entre os investidores.

O discurso do Estado da União, que Donald Trump fará ainda hoje, é aguardado com expectativa, pois pode trazer sinalizações importantes sobre as prioridades econômicas e regulatórias do governo americano. Adicionalmente, pronunciamentos de dirigentes do Federal Reserve (Fed) buscam fornecer pistas sobre o futuro da política monetária e as taxas de juros nos EUA.

Gerdau Apresenta Resultados Mistos no 4T25, Ações Recuam

A Gerdau (GGBR4) divulgou que seu lucro líquido ajustado no quarto trimestre de 2025 atingiu R$ 670 milhões, um resultado praticamente estável em comparação com o mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2025, o lucro líquido ajustado registrou uma queda de 21,1%, totalizando R$ 3,38 bilhões.

Apesar da queda no lucro anual, as vendas de aço apresentaram um crescimento de 5,2% no trimestre, alcançando 2,86 milhões de toneladas. A receita líquida no trimestre cresceu 0,9%, somando R$ 17,0 bilhões. No entanto, as ações da siderúrgica recuaram no pregão, refletindo a percepção do mercado sobre os resultados.

Raízen Informa Redução de Participação da Wellington Management

A Raízen (RAIZ4) comunicou ao mercado que a gestora Wellington Management Group LLP reduziu sua participação acionária na companhia. Em 20 de fevereiro de 2026, a gestora passou a administrar 59.744.500 ações preferenciais, o que representa 4,40% do total de ações emitidas pela empresa.

Este anúncio foi feito em conformidade com as regulamentações da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que exigem a divulgação de alterações relevantes na participação acionária de grandes investidores. A notícia pode influenciar o comportamento das ações da Raízen no curto prazo.

Déficit em Conta Corrente do Brasil Supera Expectativas em Janeiro

O Brasil registrou um déficit de US$ 8,360 bilhões na conta corrente em janeiro, um valor superior às projeções de mercado, que esperavam um rombo entre US$ 7,70 bilhões e US$ 3,033 bilhões. Apesar do resultado negativo, o déficit foi menor que o registrado em janeiro de 2025, quando alcançou US$ 9,809 bilhões.

O déficit em doze meses da conta corrente apresentou uma leve melhora, caindo de 3,03% do PIB em dezembro para 2,92% em janeiro, o menor nível desde novembro de 2024. A balança comercial registrou um superávit de US$ 3,516 bilhões no mês, enquanto a conta de serviços e a conta de renda primária apresentaram déficits significativos.

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