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Lucro da Totvs (TOTS3) dispara 17% no 1T26 impulsionado por IA e crescimento em nuvem, confira os números

Totvs (TOTS3) revela lucro líquido de R$ 252 milhões no 1T26, com alta expressiva de 16,6% impulsionada por crescimento em nuvem e IA.

A Totvs (TOTS3) divulgou seus resultados financeiros para o primeiro trimestre de 2026, apresentando um desempenho sólido com um lucro líquido consolidado de R$ 252 milhões. Este valor representa um aumento expressivo de 16,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior, demonstrando a força da empresa no mercado de software empresarial.

O crescimento robusto é reflexo de uma estratégia bem definida, focada em inovação, expansão em nuvem e a incorporação da inteligência artificial como motor de desenvolvimento. A receita líquida consolidada também acompanhou essa trajetória ascendente, totalizando R$ 1,6 bilhão, um avanço de 15,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

A receita recorrente, um indicador chave da sustentabilidade do negócio, apresentou um crescimento ainda mais expressivo, saltando 18,5% e alcançando R$ 1,46 bilhão. O Ebitda ajustado, que mede a geração operacional de caixa, também demonstrou vigor, com um avanço de 24,3%, atingindo R$ 455 milhões. Estes resultados confirmam a capacidade da Totvs de gerar valor para seus acionistas e continuar sua expansão no setor de tecnologia. Conforme informação divulgada pela companhia.

Gestão e SaaS lideram o crescimento da Totvs (TOTS3) com margens recordes

A divisão de Gestão, principal área de atuação da Totvs, foi um dos grandes destaques do trimestre. A receita líquida desta unidade de negócio cresceu 15,7%, chegando a R$ 1,43 bilhão. O Ebitda ajustado da Gestão avançou 23,6%, alcançando R$ 430 milhões, e, de forma notável, a margem Ebitda da divisão superou pela primeira vez a marca de 30%, atingindo 30,2%.

O segmento de SaaS (software as a service) dentro da divisão de Gestão mostrou um crescimento impressionante de 24,6%, com a receita atingindo R$ 654 milhões. A Receita Recorrente Anualizada (ARR) encerrou o trimestre em R$ 5,7 bilhões, um aumento de 16,7%. A Totvs também celebrou um novo recorde em adição líquida orgânica de ARR, que totalizou R$ 236 milhões, evidenciando a forte atração de novos clientes e a expansão do uso de seus serviços em nuvem.

Inteligência Artificial como oportunidade, defende CEO da Totvs (TOTS3)

Dennis Herszkowicz, CEO da Totvs, reiterou sua visão sobre a inteligência artificial (IA), classificando-a como uma oportunidade de expansão de mercado e não uma ameaça, um temor presente em parte do mercado. “AI é upside, não downside”, afirmou o executivo, detalhando a estratégia da empresa que inclui o lançamento do produto LYNN e a expansão da infraestrutura em nuvem via T-Cloud.

Essa visão estratégica da Totvs (TOTS3) posiciona a empresa na vanguarda da adoção de novas tecnologias, buscando maximizar os benefícios da IA para seus clientes e para o próprio negócio. A integração de IA nos seus produtos visa oferecer soluções mais inteligentes e eficientes, reforçando a liderança da Totvs no mercado B2B.

RD Station e Linx mostram recuperação, enquanto Techfin enfrenta desafios

A RD Station também apresentou melhora operacional, com receita SaaS de R$ 167 milhões, um avanço de 21,3%, e Ebitda ajustado crescendo 38%, alcançando uma margem de 14,4%. A Totvs atribui essa performance ao ganho de eficiência comercial e à integração das operações da RD Station.

Por outro lado, a divisão Techfin enfrentou um trimestre mais desafiador, com o Ebitda ajustado caindo 76% para R$ 3 milhões. Essa queda foi impactada principalmente pelo aumento das provisões para perdas esperadas, refletindo a piora da inadimplência no mercado de crédito, especialmente no agronegócio. A Totvs detalhou ainda os primeiros resultados da Linx após a aquisição, indicando uma recuperação operacional em março.

Fluxo de caixa e endividamento da Totvs (TOTS3) no 1T26

O fluxo de caixa livre da Totvs (TOTS3) atingiu R$ 201 milhões no trimestre, um crescimento notável de 70,5% em relação ao ano anterior. A dívida líquida da companhia encerrou março em R$ 3,4 bilhões, influenciada pela emissão de R$ 3 bilhões em debêntures para financiar a aquisição da Linx. Apesar do aumento do endividamento, a empresa reforça que sua estrutura de capital permanece “sólida e escalável”.

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