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Ouro Dispara: O Que Está Por Trás da Nova Alta e Para Onde Vai o Metal Precioso?

O preço do ouro registrou um avanço significativo nesta quarta-feira, 21, impulsionado por um clima de apreensão global. A incerteza geopolítica, desentendimentos comerciais entre potências como Estados Unidos e Europa, e a crescente preocupação com a saúde fiscal de grandes economias têm levado investidores a buscar refúgio em ativos considerados mais seguros, como o metal precioso.

Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o contrato de ouro com vencimento em fevereiro encerrou o pregão com uma valorização de 1,50%, alcançando US$ 4.837,50 por onça-troy. Em contrapartida, a prata para março apresentou uma desvalorização de 2,11%, fechando a US$ 92,637 por onça-troy.

Desde o início de 2026, o ouro já acumulou uma alta expressiva de cerca de 11%. Esse desempenho reflete a busca por proteção em um cenário global marcado por incertezas geopolíticas, riscos fiscais e questionamentos sobre a direção das políticas econômicas nas principais nações.

Especialistas da Phillip Nova observam que a ascensão do ouro demonstra uma realocação mais ampla de portfólios globais em direção a ativos defensivos, especialmente em meio à alta volatilidade geopolítica e comercial. Com indicadores técnicos favoráveis, a corretora não descarta a possibilidade de o ouro atingir a marca de US$ 5.000 por onça no curto a médio prazo.

Analistas do Saxo Bank apontam que os atritos comerciais entre EUA e Europa, juntamente com declarações controversas do presidente americano Donald Trump sobre a Groenlândia, têm minado a confiança dos investidores. Apesar de uma suavização no discurso de Trump em Davos, a instabilidade no mercado de títulos, particularmente no Japão, pode estar fomentando uma maior aversão a ativos americanos, mantendo o ouro em destaque.

O banco MUFG acrescenta que a turbulência nos títulos soberanos japoneses intensificou os receios sobre a sustentabilidade fiscal de grandes economias. Essa situação fortalece o chamado “trade de desvalorização”, onde investidores tendem a reduzir sua exposição a moedas e dívidas governamentais em favor de ativos reais, como o ouro.

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