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São Paulo libera vacina contra dengue para 59 anos: Saiba quem pode se vacinar e detalhes da Butantan-DV

São Paulo amplia vacinação contra a dengue para a população geral de 59 anos a partir de segunda-feira, 4 de maio.

A cidade de São Paulo deu um passo importante no combate à dengue ao ampliar a vacinação para a população geral de 59 anos. A partir de segunda-feira, 4 de maio, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estarão aptas a aplicar o imunizante, marcando a primeira vez que a vacina contra a dengue é liberada para o público em geral, excluindo os trabalhadores da saúde.

Esta nova fase da campanha visa proteger um grupo mais amplo da população, oferecendo uma ferramenta crucial na luta contra a doença que tem apresentado números preocupantes no estado. A medida busca fortalecer as estratégias de saúde pública e reduzir a incidência de casos e óbitos.

A iniciativa segue as orientações do Ministério da Saúde e do Programa Nacional de Imunizações, com o estado de São Paulo recebendo 292.215 doses do imunizante. A informação foi divulgada com o objetivo de alertar a população sobre a nova oportunidade de vacinação e os detalhes sobre a quem se destina. Conforme informação divulgada, entre 1º de janeiro e 30 de abril de 2026, foram registrados 33.877 casos de dengue e 13 óbitos no estado.

Conheça a vacina Butantan-DV e sua eficácia

A vacina que será aplicada em São Paulo é a Butantan-DV, desenvolvida pelo Instituto Butantan. Ela se destaca por ser a **primeira vacina do mundo em dose única** capaz de oferecer proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue. O imunizante é considerado seguro e eficaz tanto para quem nunca teve a doença quanto para aqueles que já foram infectados anteriormente.

A aprovação da Butantan-DV para a faixa etária de 12 a 59 anos é baseada em resultados de estudos clínicos de fase 3, com acompanhamento de voluntários por cinco anos. O estudo, realizado entre 2016 e 2024, envolveu mais de 16 mil voluntários em 14 estados brasileiros. A vacina demonstrou uma **eficácia geral de 74,7%** e uma proteção de **91,6% contra formas graves da dengue** e com sinais de alarme.

As reações mais comuns observadas durante os testes foram leves a moderadas, incluindo dor e vermelhidão no local da aplicação, dor de cabeça e fadiga. Eventos adversos sérios relacionados à vacina foram raros, e todos os participantes se recuperaram. A dose única é vista como uma vantagem significativa para programas de imunização, pois pode levar a uma melhor cobertura vacinal.

Quem pode se vacinar contra a dengue em São Paulo?

A partir de segunda-feira, 4 de maio, a vacinação contra a dengue em São Paulo estará disponível para **toda a população geral com 59 anos de idade**. Além disso, a imunização continua acessível para **trabalhadores da saúde** que atuam tanto em estabelecimentos públicos quanto privados. Profissionais da Atenção Primária à Saúde da rede municipal também seguem autorizados a receber a vacina.

O objetivo principal desta ampliação é **aumentar a proteção dos grupos mais expostos e vulneráveis** à doença, fortalecendo as estratégias de enfrentamento à dengue em todo o território paulista. A meta é alcançar o maior número de pessoas possível para conter a circulação do vírus.

Recomendações importantes sobre a aplicação da vacina

É importante que a vacina contra a dengue **não seja aplicada simultaneamente com outros imunizantes**, segundo orientação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Essa recomendação visa evitar confusão na análise de Eventos Supostamente Atribuíveis à Vacinação ou Imunização (ESAVI) diante da introdução de uma nova vacina no calendário.

A orientação poderá ser alterada caso surjam novas evidências científicas. Atualmente, outras vacinas podem ser administradas após intervalos específicos. Vacinas inativadas e outros imunizantes (exceto os atenuados) podem ser aplicados a partir de 24 horas após a vacina contra a dengue. Já as vacinas atenuadas requerem um intervalo mínimo de 30 dias.

Fique atento aos sintomas da dengue

A dengue é uma doença que pode se manifestar de forma súbita e seus sintomas geralmente duram entre cinco e sete dias. Os sinais mais comuns incluem **febre alta (entre 39°C e 40°C)**, dor no corpo e nas articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite e dor de cabeça. Em alguns casos, podem surgir manchas vermelhas no corpo e, em situações mais graves, hemorragias.

É fundamental que a população esteja ciente desses sintomas e procure atendimento médico ao identificá-los. A detecção precoce e o acompanhamento adequado são essenciais para o manejo da doença e para evitar complicações. Em crianças, a dor abdominal intensa pode ser um sinal de alerta.

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