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Suzano (SUZB3): Custo Caixa de Celulose Deve Subir no 2º Trimestre, Empresa Reafirma Metas Financeiras para 2027-2028

Suzano (SUZB3) antecipa alta nos custos de celulose e detalha planos para dívida e alavancagem

A Suzano (SUZB3) divulgou nesta segunda-feira que espera um aumento no custo caixa de produção de celulose para o segundo trimestre deste ano. A projeção indica um incremento entre 3% e 5% em comparação com os primeiros três meses de 2024.

Essa previsão leva em consideração um cenário de câmbio médio de R$5 por dólar e o preço do barril de petróleo Brent a US$87. Com essas premissas, o custo caixa por tonelada de celulose deve variar entre R$830 e R$840.

As informações foram divulgadas pela companhia em fato relevante, detalhando também suas expectativas para os próximos anos e reafirmando metas financeiras importantes. Conforme informação divulgada pela Suzano, os resultados e projeções refletem o cenário econômico atual e as estratégias da empresa para o futuro.

Projeções de Custo e Metas para 2026

Olhando para 2026, a Suzano estima que o custo caixa de celulose fique em torno de R$800 por tonelada. Essa estimativa se baseia em um câmbio médio projetado de R$5,07 e um preço do barril de petróleo Brent de US$84.

A empresa também reforçou seus objetivos financeiros de longo prazo. A meta é alcançar uma dívida líquida de US$11 bilhões, com uma alavancagem financeira abaixo de 2,5 vezes. Esses resultados são esperados para serem atingidos ao longo dos exercícios sociais de 2027 e 2028.

Premissas para as Metas Financeiras

Para alcançar suas metas financeiras, a Suzano considera premissas específicas de câmbio. Para 2026, a projeção é de R$5,17 por dólar, subindo para R$5,25 em 2027 e R$5,28 em 2028. Essas estimativas seguem as projeções de taxas de câmbio divulgadas pelo Banco Central.

Esses valores são cruciais para a gestão da dívida e para a avaliação da saúde financeira da companhia, permitindo um planejamento mais assertivo para os próximos anos.

Desempenho Financeiro no 1º Trimestre

No fechamento do primeiro trimestre de 2024, a Suzano registrou uma dívida líquida de US$13 bilhões. Esse valor se manteve praticamente estável em comparação com o mesmo período do ano anterior, 2023. A alavancagem financeira, medida em dólares, ficou em 3,3 vezes ao final de março.

Apesar do leve aumento no custo caixa previsto para o segundo trimestre, a empresa demonstra confiança na sua estratégia para reduzir a alavancagem e otimizar sua estrutura de capital, visando maior sustentabilidade financeira.

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